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  • adBlog -Os grandes jingles de Porto Alegre- Por:Marco Schuster
    Petê petê petê petê Petê petê petê petê Lembro parte da música que o PMDB definiu para seus candidatos Carrion Jr e José Fogaça Carrion e Fogaça É o que Porto Alegre quer Alceu Collares do PDT vencedor daquela eleição teve dois jingles mas mal lembro os refrões Um era um sambão dizendo Alceu Collares na Prefeitura Outro até hoje se ouve por aí E chega a ser poesia comparada com muita música que toca no rádio Nas ruas Nos bares Nos lares Collares Collares Em 1988 a disputa de jingles foi melhor ainda E desses sei até os autores de alguns Hermes Aquino criou a música de Carlos Araújo Carrion Jr que trocou de partido depois de 1985 era candidato a vice num feliz resumo das pretensões do PDT para aquele ano e para as eleições presidenciais de 1989 Carlos Araújo é pra valer Araújo e Carrion é o PDT Carlos Araújo vem na frente E depois é o Brizola presidente Para Olívio Dutra que venceu a eleição o PT trocou de jingle na metade da campanha Um melodia fácil de aprender com letra simples mas que posicionava como dizem os publicitários o candidato entre os outros foi uma criação coletiva Um Porto Alegre melhor do que era Um Porto Alegre melhor do que está Olívio é o novo Olívio é o povo E ele tem a coragem de mudar Foram tão marcantes que dos outros tenho vaga lembrança Do jingle de Antônio Britto e Mercedes Rodrigues candidatos do PMDB lembro apenas do refrão Britto Britto e Mercedes O melhor jingle do PMDB é de 2004 aquele Fogaça aaa Aliás em 1992 a chapa Cezar Schirmer e Mendes Ribeiro Filho esboçou no jingle a linha política de Fogaça Schimer Mendes Pra fazer mais e melhor Não sou contra usar

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  • adBlog -Você ainda bate uma?- Por:Marco Schuster
    da mão esquerda digitava o a o z e o q polegares acionavam a barra de espaço era um profissional valorizadíssimo e conseguia emprego fácil em escritórios consultórios e repartições públicas Tinha até curso de dactilografia com este c entre o a e o t caiu mais tarde Mas nem tudo era simples Nem sempre as máquinas de escrever eram dóceis As redações as salas das empresas jornalísticas onde se redigem os textos de jornais rádios e tevês nunca tinham tinham máquinas suficientes para o número de jornalistas Assim ninguém tinha a sua máquina mas usava a que estava vaga Mais uma coisa até os anos 1970 elas eram de ferro Não terminei Sempre e continua assim até hoje o jornalista está atrasado Ele precisa do dobro do tempo que lhe dão para escrever um texto O que significa escreva logo E nem todos os redatores eram dactilógrafos Aliás a maioria não era Utilizavam um dedo de cada mão no teclado Eram os dedógrafos Em compensação alguns tinham uma competência invejável Muitos grandes textos do nosso jornalismo foram escritos por dedógrafos Máquinas de ferro com vários usuários pouca manutenção e velhas porque eram caras e a renovação era rara logo se tornavam duras Tinha que ter força nos dedos e braços para fazer a tecla acionar a alavanca da letrinha que imprimia o texto A gente usava tanta força que não tinha LER ou qualquer lesão desse tipo Erro de digitação digo de dactilografia significava retroceder preencher de X para anular o erro e seguir em frente Tudo isso era feito com pressa com força Por isso a gente batia à máquina nossas reportagens E com essa expertise chegamos na informática Minha estreia foi desastrosa porque todas as letras saim dduupplliiccaaddaass nas minhas primeiras digitações Dominei isso Mas ainda não

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  • adBlog -O turismo em Gramado baixou- Por:Marco Schuster
    ficou um pouco decepcionado Era um turista diferente dizem cautelosamente comerciantes e comerciários temendo usar termos como farofeiros e serem taxados de preconceituosos Os turistas fizeram a alegria dos restaurantes a quilo mas algumas lojas de produtos mais caros e bares não sorriram Quanto custa isso Tantos reais Eu perguntei o preço de um só não da dúzia foi um diálogo áspero vivenciado por alguns lojistas Mesmo depois da explicação que era um produto exclusivo coisa e tal o turista saia da loja aos berros reclamando do preço Numa perfumaria os frascos de hidratante para demonstração que normalmente duram um mês duravam quatro dias Potenciais compradores passavam generosas quantidades do líquido nos braços e iam embora Sem comprar Bares com mesas nas calçadas passaram por situação pior Os visitantes adquiriam a coca cola dois litros gelada no super mercado e sentavam se nas cadeiras dos bares Vinha o garçom Vocês desejam alguma coisa E a resposta Não obrigado já temos o que comer e beber O garçom argumentava Mas essas mesas são para os nossos clientes Sem chance Estão na calçada Se estão na calçada todo mundo pode sentar O garçom ouvia a resposta e se retirava Uma loja de calçados passou por episódios semelhantes O pessoal entrando vendo experimentando pedindo preço e indo embora sem comprar A coisa só melhorou quando começou a liquidação Aí sim as vendas foram ótimas Mas isso já era metade de janeiro Talvez esses novos turistas tenham se mobilizado por uma novela que se passa em Gramado Ou talvez a cidade seja uma sonho de consumo da nova Classe C que melhorou de vida mas não é esbanjadora nem perdulária quanto a velha classe média Se for a segunda hipótese o comércio gramadense pode se preparar para novos tempos Tweet Comentários Blogueiro Marco Schuster

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  • adBlog -Griselda no topo da pirâmide- Por:Marco Schuster
    filhos e virou milionária na loteria Passou para o topo da pirâmide Renato Meirelles do instituto Data Popular diz que a nova Classe C trouxe para o consumo seus valores morais e éticos Pereirão ou Griselda Pereira é honesta exigente trabalhadora e justa Nem com o filho malandro ela pega leve Num capítulo a vilã da antiga classe A virou se para a câmera e conversou diretamente com o telespectador Se não há mais como inovar enredos em novelas de TV o autor decidiu ousar na forma E contar que finalmente a revolução burguesa chegou ao Brasil Assim como os panfletos do século 18 ridicularizavam a aristocracia francesa Aguinaldo Silva ri da brasileira Tereza Cristina é a vilã sem qualidades morais chantageia e deixa se chantagear tem um segredo no passado dinheiro em paraísos fiscais mata e manda matar É também uma vilã escrachada mas incompleta Seus planos de ferir os do bem da nova classe C nunca dão certo Ela só consegue eliminar os do mal Mesmo que seja somente um cozinheiro sabotador de restaurantes Ela é o Dick Vigarista trama Cada segunda feira ela tem um novo plano de eliminar alguém da família de Griselda que fracassa do

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  • adBlog -As escolas gaúchas de futebol do Tite- Por:Marco Schuster
    em 1979 campeão brasileiro pelo Grêmio em 81 e campeão brasileiro pelo Coritiba em 1985 Já a escola do Carlos Froner tem como seguidor Luís Felipe Froner era um militar capitão do Exército leopoldense e a reverência de Tite a ele é justa Froner foi um seguidor de Foguinho Osvaldo Rolla e merece ser lembrado mais seguidamente Assim como Teté autor da seguinte frase no tempo em que as bolas de futebol eram de couro Bola é feita de couro Couro vem do boi Boi gosta de grama Portanto a bola tem rolar junto à grama De certa forma Teté era um precursor de Ênio Andrade E estaria tudo bem se não houvesse um paulista comandando os dois primeiros títulos nacionais do futebol gaúcho Rubens Minelli Ele chegou ao Internacional em 1974 substituindo Dino Sani que por sua vez substituiu Daltro Menezes que foi contratado em 1969 vindo do Juventude para evitar o octacampeonato gaúcho do Grêmio Chegou a convite de uma direção que inspirou se no futebol implantado por Foguinho no Grêmio doze anos antes Daltro fez isso foi campeão e bi mas nem todos gostavam O cronista Sérgio Jockymann colorado dizia que o esporte que o Inter jogava não era futebol mas gordobol já que o treinador tinha o tamanho aproximado do Julinho Camargo ou do João Garcia antes do regime Bem Daltro saiu veio Dino Sani também campeão e entrou Minelli O time foi melhorando de qualidade com o tempo e Minelli soube refinar essa qualidade sem perder uma marca essencial lançada em 1969 a briga constante pela bola O resultado foi o bi brasileiro de 75 e 76 Foi embora no ano seguinte A resposta de Tite é boa duas escolas de futebol gaúcho mas talvez não seja completa por não citar o Minelli E o

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  • adBlog -Drones no jornalismo- Por:Marco Schuster
    é zangão o macho das abelhas São poucos numa colméia não têm ferrão zumbem muito vivem num canto e sua única função é fecundar a abelha rainha Já existe uma sociedade de jornalistas drones acho que dificilmente se utilizará jornalista zangão pois a relação é com os objetos voadores identificáveis não com os insetos nos Estados Unidos preocupada em criar normas éticas e educacionais para o emergente campo do jornalismo drone Aliás tão emergente que o endereço dronejournalism org existe mas ainda é Future home of Professional Society of Drone Journalists PSDJ No início de dezembro Stuart Hughes produtor de World Affairs da BBC postou um texto empolgado com a possibilidades dos drones do jornalismo mas preocupado com as limitações da legislação britânica para o seu uso principalmente em regiões de grande concentrações Se cai um objeto daqueles na cabeça de um manifestante por exemplo tem punição Qual Nos Estados Unidos os drones são considerados perfeitamente legais por Pete Cashmore fundador do site Mashable dedicado a notícias sobre websites e mídia social mas a administração federal de aviação quer discutir em janeiro novas regras para eles Não sei se alguém no Brasil comprou um desses mas muitas imagens das manifestações russas saídas na nossa imprensa foram feitas por eles Nem se planeja comprar Eu concordo com Hughes é um ótimo recurso e deve ser aproveitado Só não acho que precisa uma legislação específica e nova como é mais uma máquina está sujeita a nossos códigos éticos e profissionais E um pouco de bom senso das autoridades aeroviárias para permitir esses voos privados Nada que um debate tranquilo não resolva bem Mas que a discussão seja rápida porque os zangões seguindo a analogia têm um fim triste depois de fecundar a abelha rainha eles perdem os testículos e morrem em seguida

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  • adBlog -A nova geração se apresenta no Set Universitário- Por:Marco Schuster
    entre os dois mundos ainda mais que a conversa é em parceria com outro jornalista egresso do papel Geneton Moraes Deveriam mostrar ao Luiz Cláudio Cunha os trabalhos da mostra competitiva de Publicação Impressa Revista Eu tive a felicidade de receber nove trabalhos concorrentes Nove agradáveis surpresas Produções de alunos da PUC e de universidades do interior do Estado O pessoal sabe escrever o que é básico para uma revista impressa Porque o furo não é mais lugar do papel Ninguém está com o texto pronto mas isso acho que é uma sina que se carrega para o resto da vida Uns precisam ainda praticar bastante Se fizesse uma comparação com pedras preciosas diria que alguns textos precisam ainda de melhor lapidação leads que se repetem no segundo parágrafo aprender melhor o jogo de repetir palavras na mesma frase algum gerúndio impertinente Mas o que eu achei mesmo nos poucos textos com essas características foram pessoas com capacidade de expor ideias clara e ordenadamente Uma ideia em cada frase Para mim esse é o centro de um texto Outra boa notícia a criatividade Assunto novo é difícil Há uns 30 anos ouvi a frase não existem novos assuntos existem maneiras novas de tratar velhos assuntos A maneira como a poluição sonora de Porto Alegre foi tratada numa reportagem me pareceu um exemplo dessa máxima um cego andou pela cidade e através dos sons identificava onde estava E como um som estranho num determinado ambiente perturbou sua orientação O material que vi tinha também revistas inteiras algumas monotemáticas o que exige muito esforço e trabalho para produzir diferentes reportagens atrativas Eles conseguiram Está saindo das faculdades parece uma geração que entende a diferença entre o impresso e o não impresso o tema da palestra de Luiz Cláudio Cunha e Geneton Moraes

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  • adBlog -A mudez comunicativa de Dado Schneider- Por:Marco Schuster
    ao palco e direto começou a primeira das oito ou nove músicas que serviram de soundtrack da palestra e surgiu o primeiro texto na tela Parecia que o doutor em comunicação tinha voltado aos primórdios das apresentações em slides aliás no início bem no início se dizia diapositivos Naquele tempo muita gente colocava uma frase no slide e lia o que estava escrito Só Tem gente que até hoje segue assim mesmo que não existam mais diapositivos Mas Dado Schneider não estava retornando ao passado embora todas as imagens fossem monocromáticas mas ele não leu nada Enquanto uma tela mostrava os textos outra mostrava o palestrante caminhando gesticulando cantando mas sem microfone a música de fundo E interagindo com a plateia Ela ria da piada escrita E quando apareceu a pergunta Quem está gostando da palestra levanta a mão todo mundo ergueu os braços assoviou e aplaudiu O Corpo fala já dizia Pierre Weil Em 30 minutos de mudez Dado Schneider com corpo música e letra apresentou dúvidas angústias mercado e a si próprio E preparou a plateia para ouvi lo aí sim falar sobre o consumidor por mais 30 minutos com direito a prorrogação autorizada pelo próprio presidente do

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