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  • adBlog | O que os candidatos NÃO vão fazer - por:Marco Schuster
    alguns programas sejam Por mais mal feitos que sejam A campanha já está nas ruas Tem uma candidata a vereadora de Gramado que rimou seu nome Iara da lanchonete com o número terminado em sete num jingle em ritmo gauchesco A criatividade varia nessa época As placas coloridas dos candidatos também Falo de política porque gosto dela porque acho importante e porque não acho que esse material emporcalhe a cidade como já vi manifestações Algumas acho feias mas é o meu gosto Quem fez acha bonitas Isso também vale para roupas carros casas Então sem problemas Em resumo é bom que existam placas eleitorais nas ruas E vou acompanhar não todos os dias não toda hora mas com boa assiduidade menos quando houver coincidência com jogo do Grêmio os programas de TV O leitor Alexandre Oliveira comentou no meu post anterior que as campanhas de Porto Alegre mais parecerão campanhas para síndicos Sou um pouco mais otimista Vou acompanhar com uma curiosidade especial o que os candidatos a prefeitos não vão fazer Pois todos eles certamente vão aumentar investimentos na educação na saúde na segurança no transporte pavimentação viária saneamento básico meio ambiente e recuperação da orla do Guaíba Todos vão continuar os bons projetos e corrigir o que está errado A maioria terá boa relação com os governos federais e estaduais Dois ou três estarão contra mas isso não deve evitar acordos e obras para o bem da população Alguém vai propor que Porto Alegre deixe de ser sede da Copa do Mundo 2014 Alguém vai combater o metrô dizendo ser uma obra que durante um ano e meio vai empoeirar a cidade aumentar o engarrafamento e prejudicar o comércio da região Alguém vai dizer tanta promessa é demagogia é irrealizável No meu governo vou concentrar esforços em dois

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  • adBlog | Uma campanha sem radicalismos - por:Marco Schuster
    e aproveitarem o tempo de sobra alfinetar se uns aos outros E nem vão contra atacar nos programas de TV Mas o debate de conjuntura estadual nacional e até internacional é ou era uma tradição nas nossas campanhas eleitorais Desde os tempos da dívida externa e de quando o FMI era bicho papão Quando era mais ou menos como o PSOL é hoje pessoalmente e com todo o respeito acho que era mais o PT tinha um discurso simples e direto pau no governo federal pau no governo estadual pau na ditadura pau no neoliberalismo e promessa de novo Ganhou quatro eleições assim Mudou um pouco em 2000 quando também era governo estadual Porém dizia Plínio Marcos Sempre tem um porém a partir de 2002 a estratégia política nacional petista mudou veio o discurso mais moderado acompanhado de alianças partidárias mais abrangentes Não sei uma coisa tem a ver com a outra mas em 2012 a capital da grenalização não é a da campanha mais radicalizada No Rio o PT concorre a vice na chapa do PMDB Lá o segundo colocado com apoio de estrelas da nossa arte é o PSOL e o terceiro é o DEM Vão fazer a mesma tática de seu companheiros gaúchos só que com maior repercussão Nossa situação é parecida com a do mineiros PSB e PT aliados até dias atrás brigaram e lideram a preferência O PSDB nem vice tem Apoia o PSB Com isso a crítica ao governo federal virá do PSTU terceiro colocado nas pesquisas Tudo bem é ótimo quando pessoas do executivo e legislativo trabalham juntos independente da siglas É bem melhor um debate político sem sectarismo com solidariedade e propostas Mas é preciso haver debates políticos É bom aproveitar o momento para fazer uma espécie de grande balanço de nossa

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  • adBlog | Os grandes jingles de Porto Alegre - por:Marco Schuster
    teve dois jingles mas mal lembro os refrões Um era um sambão dizendo Alceu Collares na Prefeitura Outro até hoje se ouve por aí E chega a ser poesia comparada com muita música que toca no rádio Nas ruas Nos bares Nos lares Collares Collares Em 1988 a disputa de jingles foi melhor ainda E desses sei até os autores de alguns Hermes Aquino criou a música de Carlos Araújo Carrion Jr que trocou de partido depois de 1985 era candidato a vice num feliz resumo das pretensões do PDT para aquele ano e para as eleições presidenciais de 1989 Carlos Araújo é pra valer Araújo e Carrion é o PDT Carlos Araújo vem na frente E depois é o Brizola presidente Para Olívio Dutra que venceu a eleição o PT trocou de jingle na metade da campanha Um melodia fácil de aprender com letra simples mas que posicionava como dizem os publicitários o candidato entre os outros foi uma criação coletiva Um Porto Alegre melhor do que era Um Porto Alegre melhor do que está Olívio é o novo Olívio é o povo E ele tem a coragem de mudar Foram tão marcantes que dos outros tenho vaga lembrança Do jingle de Antônio Britto e Mercedes Rodrigues candidatos do PMDB lembro apenas do refrão Britto Britto e Mercedes O melhor jingle do PMDB é de 2004 aquele Fogaça aaa Aliás em 1992 a chapa Cezar Schirmer e Mendes Ribeiro Filho esboçou no jingle a linha política de Fogaça Schimer Mendes Pra fazer mais e melhor Não sou contra usar ritmos da moda No mesmo 1992 o PT ganhou a eleição com Tarso Genro inspirando se na batida do Olodum baiano Porto Alegre é Tarso Com toda certeza Uma cidade para todos Essa é a sua grandeza Mas acho lamentável

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  • adBlog | Você ainda bate uma? - por:Marco Schuster
    é isso máquina de escrever é uma precursora do computador a impressão do documento era concomitante à redação Sensacional Bem no século 20 meu filho quem utilizasse os 10 dedos para teclar mínimo da mão esquerda digitava o a o z e o q polegares acionavam a barra de espaço era um profissional valorizadíssimo e conseguia emprego fácil em escritórios consultórios e repartições públicas Tinha até curso de dactilografia com este c entre o a e o t caiu mais tarde Mas nem tudo era simples Nem sempre as máquinas de escrever eram dóceis As redações as salas das empresas jornalísticas onde se redigem os textos de jornais rádios e tevês nunca tinham tinham máquinas suficientes para o número de jornalistas Assim ninguém tinha a sua máquina mas usava a que estava vaga Mais uma coisa até os anos 1970 elas eram de ferro Não terminei Sempre e continua assim até hoje o jornalista está atrasado Ele precisa do dobro do tempo que lhe dão para escrever um texto O que significa escreva logo E nem todos os redatores eram dactilógrafos Aliás a maioria não era Utilizavam um dedo de cada mão no teclado Eram os dedógrafos Em compensação alguns tinham uma competência invejável Muitos grandes textos do nosso jornalismo foram escritos por dedógrafos Máquinas de ferro com vários usuários pouca manutenção e velhas porque eram caras e a renovação era rara logo se tornavam duras Tinha que ter força nos dedos e braços para fazer a tecla acionar a alavanca da letrinha que imprimia o texto A gente usava tanta força que não tinha LER ou qualquer lesão desse tipo Erro de digitação digo de dactilografia significava retroceder preencher de X para anular o erro e seguir em frente Tudo isso era feito com pressa com força Por isso

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  • adBlog | O turismo em Gramado baixou - por:Marco Schuster
    o comércio ficou um pouco decepcionado Era um turista diferente dizem cautelosamente comerciantes e comerciários temendo usar termos como farofeiros e serem taxados de preconceituosos Os turistas fizeram a alegria dos restaurantes a quilo mas algumas lojas de produtos mais caros e bares não sorriram Quanto custa isso Tantos reais Eu perguntei o preço de um só não da dúzia foi um diálogo áspero vivenciado por alguns lojistas Mesmo depois da explicação que era um produto exclusivo coisa e tal o turista saia da loja aos berros reclamando do preço Numa perfumaria os frascos de hidratante para demonstração que normalmente duram um mês duravam quatro dias Potenciais compradores passavam generosas quantidades do líquido nos braços e iam embora Sem comprar Bares com mesas nas calçadas passaram por situação pior Os visitantes adquiriam a coca cola dois litros gelada no super mercado e sentavam se nas cadeiras dos bares Vinha o garçom Vocês desejam alguma coisa E a resposta Não obrigado já temos o que comer e beber O garçom argumentava Mas essas mesas são para os nossos clientes Sem chance Estão na calçada Se estão na calçada todo mundo pode sentar O garçom ouvia a resposta e se retirava Uma loja de calçados passou por episódios semelhantes O pessoal entrando vendo experimentando pedindo preço e indo embora sem comprar A coisa só melhorou quando começou a liquidação Aí sim as vendas foram ótimas Mas isso já era metade de janeiro Talvez esses novos turistas tenham se mobilizado por uma novela que se passa em Gramado Ou talvez a cidade seja uma sonho de consumo da nova Classe C que melhorou de vida mas não é esbanjadora nem perdulária quanto a velha classe média Se for a segunda hipótese o comércio gramadense pode se preparar para novos tempos Deixe seu comentário

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  • adBlog | Griselda no topo da pirâmide - por:Marco Schuster
    2012 Pior é que não achei tão ruim assim a música do Michel Teló Meio chatinha sem novidade mas tem coisa muito pior por aí A sorte dele é que o pessoal do Real Madri fez uma dança em campo Os outros sertanejos universitários que fazem coisas iguais devem estar se mordendo de inveja Ou mandando seus empresários falarem com o empresário do Messi Mas segue a vida Na telenovela de Aguinaldo Silva Fina Estampa a nova classe C é a principal personagem A protagonista Griselda Pereira criou três filhos e virou milionária na loteria Passou para o topo da pirâmide Renato Meirelles do instituto Data Popular diz que a nova Classe C trouxe para o consumo seus valores morais e éticos Pereirão ou Griselda Pereira é honesta exigente trabalhadora e justa Nem com o filho malandro ela pega leve Num capítulo a vilã da antiga classe A virou se para a câmera e conversou diretamente com o telespectador Se não há mais como inovar enredos em novelas de TV o autor decidiu ousar na forma E contar que finalmente a revolução burguesa chegou ao Brasil Assim como os panfletos do século 18 ridicularizavam a aristocracia francesa Aguinaldo Silva ri da brasileira Tereza Cristina é a vilã sem qualidades morais chantageia e deixa se chantagear tem um segredo no passado dinheiro em paraísos fiscais mata e manda matar É também uma vilã escrachada mas incompleta Seus planos de ferir os do bem da nova classe C nunca dão certo Ela só consegue eliminar os do mal Mesmo que seja somente um cozinheiro sabotador de restaurantes Ela é o Dick Vigarista trama Cada segunda feira ela tem um novo plano de eliminar alguém da família de Griselda que fracassa do sábado Vai ver Michel Teló fez a trilha das terezas cristinas

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  • adBlog | As escolas gaúchas de futebol do Tite - por:Marco Schuster
    da gaúcho A do capitão Froner e a do seu Ênio Sem qualificar uma como melhor que outra São só dois estilos Eu me filio a do seu Ênio que é Ênio Andrade tricampeão nacional invicto pelo Inter em 1979 campeão brasileiro pelo Grêmio em 81 e campeão brasileiro pelo Coritiba em 1985 Já a escola do Carlos Froner tem como seguidor Luís Felipe Froner era um militar capitão do Exército leopoldense e a reverência de Tite a ele é justa Froner foi um seguidor de Foguinho Osvaldo Rolla e merece ser lembrado mais seguidamente Assim como Teté autor da seguinte frase no tempo em que as bolas de futebol eram de couro Bola é feita de couro Couro vem do boi Boi gosta de grama Portanto a bola tem rolar junto à grama De certa forma Teté era um precursor de Ênio Andrade E estaria tudo bem se não houvesse um paulista comandando os dois primeiros títulos nacionais do futebol gaúcho Rubens Minelli Ele chegou ao Internacional em 1974 substituindo Dino Sani que por sua vez substituiu Daltro Menezes que foi contratado em 1969 vindo do Juventude para evitar o octacampeonato gaúcho do Grêmio Chegou a convite de uma direção que inspirou se no futebol implantado por Foguinho no Grêmio doze anos antes Daltro fez isso foi campeão e bi mas nem todos gostavam O cronista Sérgio Jockymann colorado dizia que o esporte que o Inter jogava não era futebol mas gordobol já que o treinador tinha o tamanho aproximado do Julinho Camargo ou do João Garcia antes do regime Bem Daltro saiu veio Dino Sani também campeão e entrou Minelli O time foi melhorando de qualidade com o tempo e Minelli soube refinar essa qualidade sem perder uma marca essencial lançada em 1969 a briga constante pela bola

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  • adBlog | Drones no jornalismo - por:Marco Schuster
    grande sucesso nas últimas guerras norte americanas Pois deixaram de ser exclusivos das forças armadas seguindo o caminho da internet e o jornalismo vê neles uma boa ferramenta para cobrir eventos que reúnem multidões furiosas e ameaçadoras Nome bom drone é zangão o macho das abelhas São poucos numa colméia não têm ferrão zumbem muito vivem num canto e sua única função é fecundar a abelha rainha Já existe uma sociedade de jornalistas drones acho que dificilmente se utilizará jornalista zangão pois a relação é com os objetos voadores identificáveis não com os insetos nos Estados Unidos preocupada em criar normas éticas e educacionais para o emergente campo do jornalismo drone Aliás tão emergente que o endereço dronejournalism org existe mas ainda é Future home of Professional Society of Drone Journalists PSDJ No início de dezembro Stuart Hughes produtor de World Affairs da BBC postou um texto empolgado com a possibilidades dos drones do jornalismo mas preocupado com as limitações da legislação britânica para o seu uso principalmente em regiões de grande concentrações Se cai um objeto daqueles na cabeça de um manifestante por exemplo tem punição Qual Nos Estados Unidos os drones são considerados perfeitamente legais por Pete Cashmore fundador do site Mashable dedicado a notícias sobre websites e mídia social mas a administração federal de aviação quer discutir em janeiro novas regras para eles Não sei se alguém no Brasil comprou um desses mas muitas imagens das manifestações russas saídas na nossa imprensa foram feitas por eles Nem se planeja comprar Eu concordo com Hughes é um ótimo recurso e deve ser aproveitado Só não acho que precisa uma legislação específica e nova como é mais uma máquina está sujeita a nossos códigos éticos e profissionais E um pouco de bom senso das autoridades aeroviárias para permitir esses

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