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  • Editorial - Tragédia põe em xeque os padrões da mineração - Civia
    recomendável de 1 5 e não estão livres de risco Os danos materiais humanos e ambientais são incalculáveis o destino da Samarco é incerto e a única a certeza é que o rio Doce ficará agonizante por muitos anos O rompimento de Fundão maior barragem para depósitos de rejeitos de mineração de ferro do mundo foi recebido com surpresa pois em questão de segurança era tida como referência no setor Não há um diagnóstico das causas do acidente apenas suspeitas Entre elas abalos sísmicos um aumento rápido de 30 na produção de rejeitos em um ano e defeitos de estrutura O que se sabe é que o alto conceito da Samarco ruiu com a barragem sem que os bairros periféricos soterrados como Bento Rodrigues e Paracatu de Baixo fossem advertidos como deveriam segundo os planos de emergência estabelecidos Pelos portes e visibilidade mundiais esperava se da Vale maior mineradora de ferro do mundo e da BHP Billiton maior companhia de mineração do mundo por valor de mercado sócias com 50 cada da Samarco ações vigorosas sobre o desastre em andamento A BHP já na sexta pela manhã mobilizava seu presidente e colocava seus recursos à disposição da Samarco para o trabalho de resgate de vítimas A Vale que atua na região do acidente adotou atitude burocrática para afastar seu nome dos acontecimentos e declarou ser mera acionista da companhia Com uma imagem de prestígio no país a Vale mostrou se inexplicavelmente retraída em um evento que lhe traz consequências diretas e indiretas no curto prazo De 5 de novembro quando a barragem se rompeu até terça passada suas ações caíram 11 22 A Samarco foi multada em R 250 milhões e se comprometeu a desembolsar R 1 bilhão para custear medidas preventivas e compensatórias Diante das consequências do acidente essa quantia tende a ser modesta O roteiro de destruição passível de indenizações é extenso e grave Houve 7 mortos 12 desaparecidos e 500 famílias desabrigadas A poluição dos rios tornou impróprio o uso de sua água e um risco à saúde humana atingindo 15 municípios até o oceano entre eles Governador Valadares MG e Colatina ES Operações custosas de emergência de grande envergadura foram realizadas para o fornecimento de água à população Usinas hidrelétricas com a passagem da lama interromperam o fornecimento de energia Os danos ambientais são vastos e de difícil recuperação Houve o assoreamento de rios e riachos e extinção de espécies animais e vegetais próprias da região A passagem da lama que impede a penetração da luz do sol e oxigenação das águas coincidiu com o período de desova de várias espécies de peixes A zona que receberá a enxurrada de rejeitos é uma área de desova da tartaruga de couro ameaçada de extinção e de formação de ninhos de aves Pelo menos 900 hectares de área de preservação permanente foram destruídos e unidades de conservação foram contaminadas As providências correrão agora atrás dos prejuízos O sistema de licenciamento das barragens terá de ser mais rigoroso e

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  • Acidente em Mariana é o maior da História com barragens de rejeitos - Civia
    lama secar vai se tornar terra endurecida um chão de ferro uma terra de ninguém alerta o pesquisador que é membro do IPCC e já dirigiu a Agência Nacional de Águas Ele não crê que a recuperação da extensa área afetada de Minas ao Espírito Santo leve menos do que dez anos Até porque alguns dos efeitos da destruição e da poluição colossal de uma região de mais de 700 quilômetros de comprimento só poderão ser percebidos após anos Desastres ambientais têm vida longa É o caso do que aconteceu no Exxon Valdez O navio vazou óleo para uma das regiões mais intocadas do Alasca há 26 anos Mas até hoje pescados nobres como arenque e caranguejo gigante não voltaram às redes dos pescadores O Exxon Valdez virou Oriental Nicety e já foi até desmantelado ano passado na Índia Mas o Alasca ainda sofre Embora tenham naturezas diferentes esses acidentes nos mostram como é caro e complexo recuperar um desastre ambiental E como são eventos de longo prazo Tragédias de vida longa Para se ter uma ideia a petroleira BP criou um fundo de US 20 bilhões para custear a recuperação do Golfo do México poluído pelo vazamento da plataforma Deepwater Horizon em 2005 o pior vazamento de óleo no mar explica Alessandra Magrini professora do Programa de Planejamento Energético e Ambiental da Coppe e especialista em análise de risco Desastres como o da Samarco diz Alessandra são amplos no tempo e espaço E exigem planejamento criterioso e urgente E ainda não há nada de concreto em andamento Vemos medidas emergenciais Mas enfrentamos um problema que exige uma ação rápida de planejamento Já vimos esse filme antes mas desta vez ele é maior e mais dramático destaca O biólogo e geógrafo Rodrigo Medeiros vice presidente da Conservação Internacional ONG que desenvolve projetos sobre preservação da biodiversidade e seu impacto social diz que a tragédia de Mariana é uma doença simultaneamente aguda e crônica À medida que passa a lama mata imediatamente de pessoas a plantas e animais E ao se depositar nas margens e no leito do Rio Doce ela se torna um mal crônico que continua a impactar o ambiente Segundo ele florestas centenárias às margens do Doce já dizimadas pelo desmate sofrerão perdas já que a lama ao secar e se compactar asfixia a vegetação Ecossistemas já castigados e muito frágeis vão sofrer ainda mais O Rio Doce já sofria Agora está à morte Temos que aproveitar este momento para recuperar não apenas a área destruída mas revitalizar a bacia observa Medeiros A lama que engoliu Bento Rodrigues permanecerá por muito tempo a chocar quem a vê Mas Moacyr Duarte pesquisador sênior do Grupo de Análise de Risco Tecnológico e Ambiental Garta da Coppe UFRJ preocupa se também com o chamado risco invisível Aquele causado pelo acúmulo do silt mistura de ferro terra e água arrastado da mineradora para o leito do Doce e suas margens Ele pode cobrir áreas imensas desorganizar o fundo do rio mexer com

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  • Rompimento de barragem de mina em Mariana pode devastar meio ambiente por anos - Civia
    milhões de metros cúbicos o equivalente a 25 mil piscinas olímpicas ou o volume carregado por cerca de 187 tanques de petróleo A presidente Dilma Rousseff comparou os estragos com o derramamento de petróleo da BP em 2010 no Golfo do México e a ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira chamou o de catástrofe ambiental Cientistas disseram que o sedimento que contém químicos usados pela mineradora para reduzir impurezas do minério de ferro podem alterar o curso das correntes à medida que endurecem reduzir os níveis de oxigênio na água e diminuir a fertilidade das margens de rios e da terra por onde a enxurrada passou A mineradora Samarco joint venture entre as gigantes Vale e BHP Billiton e proprietária da mina disse repetidamente que a lama não é tóxica Porém biólogos e especialistas ambientais discordam Autoridades locais pediram que as famílias resgatadas da inundação lavem cuidadosamente e descartem as roupas que ficaram em contato com a lama Já está claro que a fauna está sendo morta por esta lama disse Klemens Laschesfki professor de geociências da Universidade Federal de Minas Gerais Dizer que esta lama não é um risco à saúde é muito simplista Com o endurecimento da lama disse Laschesfki a agricultura será dificultada E tanto lodo irá se assentar no fundo do Rio Doce e dos afluentes que levaram a lama até lá que o curso da bacia hidrográfica pode mudar Muitas regiões jamais serão as mesmas disse ele Pesquisadores estão testando a água do rio e os resultados devem ser publicados nas próximas semanas dando uma ideia melhor sobre o conteúdo dos rejeitos minerais Um motivo de preocupação é que os compostos conhecidos como aminas de éter podem ter sido utilizados na mina para separar sílica do minério de ferro para produzir um produto de melhor

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  • Tragédia prevista: barragens construídas na Amazônia estão sob risco de rompimento - Civia
    enchentes dos próximos anos na Amazônia e as consequências para a região e sua população são imprevisíveis por falta de estudos adequados à instabilidade climática da área A conclusão foi feita ontem durante a audiência pública Impactos ambientais da instalação das hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau na calha do Madeira proposta pelo deputado estadual Dermilson Chagas PDT AM que promete levar denúncia ao Ministério Público Federal MPF O parlamentar destacou a urgência de medidas que tentem minimizar os prejuízos de ordem social ambiental e econômica que os municípios da calha do Madeira já estão sofrendo Na região moram aproximadamente 200 mil pessoas De acordo com o doutor em Biologia do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia Inpa Philip Fearnside a falta de uma avaliação séria antes da obra colocou as barragens sob risco de rompimento O pesquisador explica que os estudos para a construção das hidrelétricas previam apenas as cheias anteriores e não levaram em consideração as mudanças climáticas previstas para o futuro A previsão de mudanças climáticas é de que haverá mais enchentes grandes O problema é que as usinas foram desenhadas nas enchentes passadas Na enchente de 2014 chegou no limite Então há o risco de que elas não aguentem e se rompam podendo haver uma tragédia em Porto Velho O vertedouro servem para escoar água em excesso que chega ao reservatório durante o período chuva das usinas não tem capacidade para grandes enchentes no futuro Philip Fearnside afirmou ainda que as barragens ao longo do rio Madeira prejudicam a pesca porque diminuíram a quantidade de sedimentos na bacia o que interfere diretamente na cadeia alimentar dos peixes Ele fez críticas ao sistema que deveria garantir a migração dos grandes bagres peixes de valor comercial importante para a região Simplesmente a migração dos peixes foi prejudicada Os

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  • ONU afirma que esforço para deter aquecimento global não é suficiente - Civia
    referência o ano 1990 a expansão das emissões será em média de 41 em 2025 e de 45 em 2030 Se o ponto de comparação for 2010 o crescimento será de 13 em 2023 e de 17 em 2030 Essa é a má notícia da análise dos compromissos desses quase 150 Estados que emitem ao redor de 90 dos gases do efeito estufa do mundo A boa a que foi destacada nesta sexta feira pela ONU é que no mesmo período as emissões per capita se reduzirão No relatório é apontada uma queda de 8 em relação a 1990 nas emissões per capita em 2025 Em 2030 esse corte chegaria a 9 As Nações Unidas falam de um ponto de inflexão A ONU também destacou a previsível desaceleração no incremento das emissões com a aplicação dos compromissos voluntários de cada nação Entre 1990 e 2010 os gases lançados na atmosfera no mundo cresceram 24 Entre 2010 e 2020 o relatório calcula que o aumento estará entre 11 e 22 Figueres reiterou nesta sexta feira que se for feita uma projeção desses compromissos no longo prazo não vai ser possível chegar à meta de um aumento da temperatura de 2 graus no final do século o teto imposto no âmbito científico para que esse fenômeno não tenha consequências desastrosas A ONU leva em conta o cálculo da Agência Internacional de Energia e afirma que esse incremento em 2100 será de 2 7 graus se os esforços não forem maiores a partir de 2030 No entanto outras organizações falam de crescimentos entre 3 e 4 graus Em nenhum caso é suficiente mas é de fato muito menos que a previsão de 4 ou 5 ou até mais graus de aquecimento aos quais se chegaria se não houvesse essas propostas de redução sobre

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  • Emissões podem se estabilizar em 2030, prevê a AIE - Civia
    por 150 países 22 10 2015 De São Paulo COMPARTILHE Daniela Chiaretti Se cumpridas as metas de corte de emissões de gases estufa que mais de 150 países apresentaram à convenção do clima das Nações Unidas significarão que as emissões globais relacionadas à energia irão se estabilizar ou até reduzir por volta de 2030 A estimativa é da Agência Internacional de Energia AIE que divulgou ontem um diagnóstico especial analisando o impacto dos compromissos assumidos pelos países as chamadas INDC sobre as emissões globais do setor energético As emissões do setor energia respondem por 2 3 das emissões totais globais Segundo o relatório da AIE o World Energy Outlook serão necessários investimentos próximos a US 13 5 trilhões em eficiência energética e tecnologias de baixa emissão de carbono entre 2015 e 2030 para que os planos dos países saiam do papel Isso significaria uma média anual de US 840 bilhões O fato de mais de 150 países que representam 90 da atividade econômica mundial e quase 90 das emissões relacionadas a energia terem apresentado seus compromissos já é notável disse Fatih Birol diretor executivo da AIE A indústria da energia necessita de um sinal forte da cúpula de Paris continuou Birol em nota à imprensa Deixar de enviar este sinal pode levar os investimentos em energia na direção errada o que nos ataria a uma infraestrutura energética insustentável por décadas Segundo o informe da AIE 70 do incremento na geração de energia elétrica até 2030 seria de baixo carbono de acordo com as metas apresentadas pelos países Apesar dos esforços as promessas de redução de gases estufa dos países ainda não são suficientes para que o aquecimento global fique limitado a 2 C em relação aos níveis pré industriais Setembro foi o mês mais quente em 136 anos de registros

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  • Nossa civilização está sendo desafiada pelo aquecimento global - Civia
    a 1990 queremos reduzir em 50 em 2030 e em 80 em 2050 Nas embaixadas britânicas temos cerca de cem peritos trabalhando em tempo integral Em termos de diplomacia climática esse é o maior desafio que o mundo já teve que enfrentar Valor O sr se refere às negociações do acordo King Não apenas Esse é um desafio diplomático precisamente porque todos os países estão envolvidos Todos temos de mudar O G 7 grupo dos países mais ricos do mundo em junho comprometeu se com a descarbonização das economias no longo prazo O governo britânico pressionou por essa decisão Agora o presidente Barack Obama está assumindo a liderança para termos uma grande colaboração internacional em pesquisa e desenvolvimento bancada por recursos públicos em energias renováveis formas de armazenar energia e redes inteligentes as smart grids Por ano a intenção é colocar US 15 bilhões e conseguir em dez anos produzir eletricidade e calor mais baratos em qualquer lugar do mundo do que com combustíveis fósseis Valor Como isso funcionaria King Seria um programa voluntário em que cada país será convidado a participar Vim convencer o Brasil Não estamos pedindo para cada país colocar dinheiro em uma cesta cada país irá gastar em seu próprio território O programa será desenvolvido por uma comissão encarregada de traçar o mapa do caminho A comissão dirá Esta é a pesquisa que precisamos que seja feita os países e pesquisadores farão os estudos e iremos compartilhar responsabilidades Valor Isso resolveria o eterno impasse de transferência de tecnologias para países carentes King Seria uma forma de desenvolver novas tecnologias e tirar o risco do setor privado investindo primeiro com recursos públicos Depois o setor privado viria e traria soluções para o mercado O Reino Unido é um exemplo do crescimento exponencial na produção de renováveis Estamos produzindo hoje na Inglaterra mais carros do que em toda a nossa história mas hoje empregamos mais gente e temos mais lucro com o setor de energia renovável do que com toda a indústria automotiva O secretário de Estado dos EUA John Kerry disse que em 2020 esse setor será um mercado de US 6 trilhões Valor Energia nuclear está incluída nesse esforço King As fontes de energia primárias importantes são as renováveis nuclear e combustíveis fósseis com captura e sequestro de carbono tecnologia pesquisada no mundo todo conhecida por CCS mas que ainda não existe comercialmente Esses são os pilares verticais Os horizontais são desenvolver a capacidade de armazenar energia e eficiência energética Alguns países estão fazendo muita pesquisa em nuclear ou em tecnologias para estocar carbono mas esse não é o foco desse trabalho Valor O que o sr acha de o Brasil explorar o petróleo do pré sal King Vamos usar petróleo no futuro e é parte da economia de vocês extrair para que esteja disponível por ora Mas conforme nos movermos adiante o uso de petróleo no transporte irá desaparecer Valor Será tudo elétrico King Será antiquado usar petróleo Veremos a transição para eletricidade e combustível

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  • O ‘pote de ouro’ por trás dos restos - Civia
    Com esse lema Fernanda jornalista por formação criou o Instituto Guandu cujo objetivo é pensar em soluções sustentáveis para o problema do lixo Cada brasileiro produz um quilo de lixo orgânico por dia diz Fernanda Notei que era preciso fazer alguma coisa com isso Em 2012 ela decidiu colocar em prática sua ideia e transformar o lixo orgânico dos restaurantes da cidade em adubo para devolvê lo aos estabelecimentos transformando o em comida novamente Hoje Fernanda coleta mais de 500 quilos de lixo por dia São restos de comida cascas de legumes e ovos sementes verduras temperos que não foram utilizados Todo esse lixo é tratado em máquinas com leveduras e enzimas capazes de acelerar a decomposição O resíduo de restaurante é o pior resíduo que existe depois do lixo tóxico diz É muito difícil de tratar porque são ossos gordura diversos dejetos Por isso uma composteira no estilo das domésticas demoraria tempo demais para decompor todo o lixo recolhido As composteiras domésticas feitas basicamente de minhocas e terra podem demorar mais de um mês para decompor o lixo e começar a produzir adubo O ritmo da cozinha industrial requer mais agilidade e tecnologias que não se limitem apenas às minhocas O lixo no futuro será alta tecnologia diz Para tratar dos resíduos dos restaurantes o lixo é levado para um terreno que abriga uma espécie de lixeira imensa contendo as leveduras e bactérias Depois da decomposição o que sobra é um rico substrato que volta para os restaurantes adubarem suas hortas E assim o ciclo se completa conta Fernanda Transformando lixo em comida Fernanda Danelon TEDxLaçador Publicado em 16 de jun de 2015 Pensando nesse ciclo a Prefeitura de São Paulo desenvolveu no ano passado o Composta São Paulo para aplicar essa prática com o lixo doméstico O projeto

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