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  • Go Outside.com.br - Revista Go Outside : A maior revista de esportes ao ar livre e comportamento ativo do planeta.
    sua viagem mais segura e confortável Continuar lendo CICLISMO DE ESTRADA CICLOTURISMO EQUIPAMENTO VIAGEM 13 03 12 Notícias Viaje com sua magrela Selecionamos alguns equipamentos de cicloturismo para deixar sua viagem mais segura e confortável Continuar lendo CICLOTURISMO EQUIPAMENTO VIAGEM 16 11 11 Notícias A ciclovia mais tubular do planeta Se o Havaí está na fila de seus destinos saiba que descolar uma magrela poderá dar outra cara à sua temporada Continuar lendo CICLOTURISMO CICLOVIA HAVAÍ VIAGEM 29 09 11 Notícias Turismo off road Selecionamos três roteiros imperdíveis e pouco explorados para você conhecer de bike Só que para chegar até eles só em um carro off road Continuar lendo BRASIL CICLOTURISMO ROTEIROS VIAGEM 29 09 14 Notícias A jornada é a recompensa Alemão viaja um ano de bicicleta para tentar descobrir o real sentido da vida Continuar lendo CICLOTURISMO CICLOVIAGEM FELIX STARCK 03 10 14 Viagem Por que viajar de bicicleta Um vídeo sobre o verdadeiro prazer de conhecer o mundo de bicicleta Continuar lendo BICICLETA BIKE PACK CICLOTURISMO 04 03 15 Viagem De bike até o Uruguai Casal leva cadela em viagem de bicicleta de Florianópolis ao Uruguai Continuar lendo BICICLETA BIKE CICLOTURISMO CICLOVIAGEM ISMAEL GODÓI KARINA FERREIRA

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  • Go Outside.com.br - Revista Go Outside : A maior revista de esportes ao ar livre e comportamento ativo do planeta.
    em grandes altitudes Era mais um indício da incrível adaptação humana a ambientes pouco acolhedores porém tivemos pouco tempo para invejar esse processo evolutivo do qual queríamos fazer parte naquele momento Maximo logo nos trazia de volta ao mundo real Cerca de 99 das mortes nesse esporte é em razão de os escaladores subestimarem a montanha muitas vezes por falta de conhecimento diz ele que mesmo dando uma aula de boa conduta fala constantemente que não viverá por muito tempo devido ao esporte que escolheu para si Respeitar a montanha porém não tem a ver com virar as costas e voltar ao acampamento depois que a primeira coisa dá errada ou uma situação foge do controle Segundo Maximo os brasileiros que se dispõem a escalar o Huayna Potosi detêm o recorde mundial de desistência Guiei europeus durante dez anos na montanha e eles são tão determinados que já chegaram a me questionar quando decretei o fim de uma expedição por conta de um terrível mau tempo afirma o tio Já brasileiro parece que quer apenas ter mais uma foto num lugar legal para postar no Facebook Retruco justificando que não temos os Andes no Brasil mas uns clientes holandeses durões que certa vez Maximo guiou no Himalaia foram sua defesa o ponto mais alto dos Países Baixos é o Monte Vaalserberg de apenas 622 metros de altitude Maximo consegue até ver um problema sociocultural no fracasso verde amarelo nas grandes altitudes A classe média brasileira não está acostumada a sofrer Acho que um carteiro brasileiro faria um cume de 6 000 metros com mais disposição do que muito cara por aí que se diz atleta Naquela hora a discussão se transformou em uma motivação extra para eu me esforçar ainda mais e ajudar a quebrar a estatística e contrariar o tio argentino claro E minha determinação em nada mudou depois que soubemos que um brasileiro de outra expedição acabava de desistir do cume do Huayna Potosi por causa de uma unha do pé encravada Maximo deu a notícia com bom humor Está vendo como brasileiro desiste fácil Se ele estivesse no grupo do tio teria a unha extraída e ficaria zero disse rindo Ah esses argentinos Nem pensei em novos argumentos para defender os brasileiros Só não sei se o jogo começava a virar ou a realidade me assustava ainda mais depois que um jovem montanhista inglês que conhecemos no primeiro refúgio quis subir o Huayna Potosi rápido demais ignorando os princípios de aclimatação e no fim não teve forças nem para dar os primeiros passos do ataque decisivo SUBÍAMOS EM DIREÇÃO ao glaciar do Huayna Potosi para mais um dia prático de escalada em gelo quando presenciei uma cena rara Maximo estava indignado com seus alunos Nos primeiros metros de um singletrack de três quilômetros muitos não ajustaram corretamente as mochilas para levar uma carga relativamente pesada composta por um par de botas duplas crampons piqueta casaco extra lanterna de cabeça e um litro de água A galera mentiu na ficha de inscrição porque ninguém aqui parece ter experiência em trekking falou enquanto tentava reunir todos para uma rápida demonstração de como regular as fitas da barrigueira do peitoral e das alças Não demorou até a paciência e bom humor voltarem a imperar Durante nossa estada no primeiro refúgio 4 730 metros as aulas teóricas também avançaram Na área externa encaramos rajadas de vento de quase 70 km h para aprender sobre formações e acidentes geográficos dos glaciares Ao fundo o Huayna Potosi na paisagem era como uma projeção refletida na lousa que continha cada um dos exemplos Nele vimos a longa crista da moraina uma linha de pedras arrastadas pela geleira que teríamos que cruzar para chegar ao acampamento alto a 5 350 metros de altitude visualizamos a posição das cornijas acumulação de neve numa aresta da montanha em relação aos ventos e entendemos como um bergschrund enorme fenda entre duas geleiras é formado No meio da ventania Maximo e Pedro também ensinaram a montar uma barraca e a usar corretamente o fogareiro Foram lições que prestei muita atenção porque certamente as usaria além da alta montanha Mas acho que Maximo interpretou minha curiosidade em saber como as avalanches se formam como um sinal de extremo interesse pelas aulas Naquele mesmo dia em mais uma prática de escalada em gelo ele reservou um paredão vertical de uns 15 metros com direito a uma seção negativa para minha estreia na modalidade Parafusei três pontos de ancoragem me tranquilizou explicando sobre a fixação top rope que havia feito minutos antes Batendo piquetas técnicas cujo cabo é mais curvado do que nas tradicionais e chutando meus crampons afiados usei toda a minha força para não desgarrar do gelo Verifique se há três apoios firmes antes de executar o próximo movimento gritava Maximo na base da via enquanto meus colegas vibravam com cada manobra que eu fazia para subir mais uns centímetros Ao final da empreitada eu estava exausto e com o saldo negativo de uma queda Não que eu estivesse com calor mas minha garganta já implorava por água De volta ao chão tirei a luva e comprovei que um golpe mal dado numa quina de gelo tinha deixado meu dedinho com a mesma espessura de um polegar Numa passada mais apressada também cravei a espora do crampon direito na minha canela esquerda que agora sangrava Machuca mesmo foram as únicas palavras de consolação do tio naquele momento Aprender a transpor lances verticais no gelo é fundamental para quem não quer desistir do cume de uma alta montanha e por mais que a ficha de inscrição dizia se tratar de um curso para iniciantes dali a dois dias no meio da trilha rumo ao topo do Huayna Potosi eu me pegaria numa árdua batalha para vencer lances de gelo e encostas escarpadas NUMA FRIA Supervisionados por um guia alunos encordados caminham pelo glaciar do Huayna Potosi ERAM SEIS E MEIA DA TARDE e depois de três horas de caminhada acumulando 620

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    Tags Sua busca para HUAYNA POTOSI 30 09 14 Sangue pouco suor muito e lágrimas médio Nosso repórter conta sua labuta na Bolívia para chegar aos 6 mil metros de altitude Continuar lendo ALTA MONTANHA BOLÍVIA ESCALADA HUAYNA POTOSI MARIO MELE MAXIMO KAUSCH Publicidade Vídeos Surf na água fria Uma session geladaça em uma das regiões mais ao norte do planeta Publicidade Fotos Existe vida em Marte Um pedal solitário

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    e passou por 22 países Na bagagem de 55 quilos que ele levou também tinha uma filmadora e sua aventura virou o documentário Pedal the World 13 euros pedal the world com Em entrevista a alguns jornais Felix disse que foi roubado por policiais no Camboja quase foi atropelado por caminhoneiros distraídos curou se de uma pneumonia e ficou sabendo que o avô morrera enquanto ele pedalava pelo mundo Realmente o cara viveu um ano intenso e uma certeza ele trouxe de volta para casa Aprendi mais nessa viagem do que em meus 14 anos de escola disse ao Huffington Post Travel Viajar o mundo e conhecer novas culturas e pessoas me mostraram coisas impossíveis de serem aprendidas no colégio Durante minha viagem usei economia sociologia e geografia Viajar não é uma instituição reconhecida pelas universidades mas te ensina muito mais Veja abaixo um aperitivo de seu filme que é a mais pura inspiração para pegar a estrada TAGS CICLOTURISMO CICLOVIAGEM FELIX STARCK Comentários Posts similares Viagem 07 10 15 Patagônia revisitada Um coletivo de guias transformou a região do rio Futaleufú em um polo de di CAIAQUE PATAGÔNIA SUSTENTABILIDADE Viagem 07 10 15 Momento de reflexão Enquanto uns casam

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  • Go Outside.com.br - Revista Go Outside : A maior revista de esportes ao ar livre e comportamento ativo do planeta.
    sempre em busca dos lugares mais inusitados para girar a coroa e o último que encontrou foi a região de Darién uma área selvagem da América Central entre o Panamá e a Colômbia Apenas a inospitalidade do lugar já renderia uma bela aventura Mas Lucas e seus amigos se embrenharam em locais sob forte domínio das FARC as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia Em seguida ao pedalarem em trechos urbanos eles que se tornam o maior perigo Mas a bicicleta sempre os ajuda a sair das emboscadas e o filme Off the Grid lançado recentemente no Vimeo é uma boa amostra do que foi essa aventura Assista abaixo a uma pequena versão da produção Lucas pretende lançar uma versão de meia hora de Off the Grid no Bicycle Film Festival em 2015 TAGS CICLISMO FARC GUERRILHA LUCAS BRUNELLE MOUNTAIN BIKE VIAGEM Comentários Posts similares Viagem 07 10 15 Patagônia revisitada Um coletivo de guias transformou a região do rio Futaleufú em um polo de di CAIAQUE PATAGÔNIA SUSTENTABILIDADE Viagem 07 10 15 Momento de reflexão Enquanto uns casam e têm filhos outros têm que encontrar novas formas de i MERELY OBSERVATIONS Viagem 06 10 15 Perrengue suor e férias A

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    O ciclista e cinegrafista Lucas Brunelle lança filme sobre as alleycat races as perigosas corridas de bike messengers Continuar lendo ALLEYCAT RACES BIKE MESSENGERS FILME LINE OF SIGHT LUCAS BRUNELLE 26 09 14 Notícias Ciclismo de guerrilha Um pedal por uma floresta dominada pelas FARC Continuar lendo CICLISMO FARC GUERRILHA LUCAS BRUNELLE MOUNTAIN BIKE VIAGEM Publicidade Vídeos Surf na água fria Uma session geladaça em uma das regiões mais ao

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    motorizado praticando várias modalidades esportivas ao longo do caminho Até agora Francesco já caminhou pedalou de mountain bike viajou de caiaque e neste momento está no Deserto do Atacama no Chile indo até o Salar do Uyuni na Bolívia onde completa metade do percurso Nos planos ambiciosos do italiano está ainda remar de stand up paddle pelo rio Madeira e o rio Amazonas onde ele deve finalizar a jornada Em uma entrevista ao site Explorers Web leia na íntegra aqui Francesco diz que o objetivo da expedição é conhecer diferentes culturas e povos do continente Para saber mais acesse o site do italiano ou sua página do Facebook MULTIESPORTE Francesco de bike pela região do Ushuaia abaixo de caiaque em Punta Arenas no Chile TAGS AMÉRICA DO SUL CAIAQUE ESMERALDA EXPEDITION EXPEDIÇÃO FRANCESCO MAGISTRALI MOUNTAIN BIKE TREKKING Comentários Posts similares Viagem 07 10 15 Patagônia revisitada Um coletivo de guias transformou a região do rio Futaleufú em um polo de di CAIAQUE PATAGÔNIA SUSTENTABILIDADE Viagem 07 10 15 Momento de reflexão Enquanto uns casam e têm filhos outros têm que encontrar novas formas de i MERELY OBSERVATIONS Viagem 06 10 15 Perrengue suor e férias A moda agora é se

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    e nós íamos com a garantia de ter a primeira neve do inverno a nossa disposição Depois de um voo que nos levou de São Paulo a Buenos Aires e de lá para Bariloche seguimos de van com um motorista que nos buscou no aeroporto até a entrada principal da fazenda Nessa primeira noite e na seguinte dormimos na parte baixa da fazenda onde é possível alugar uma cabana de madeira confortável com dois quartos banheiro sala e cozinha e capacidade para acomodar até seis pessoas Passaríamos a última noite no domo completamente sozinhos na base da montanha a 1 100 metros de altitude Na cabana quem nos recebe é um senhor alemão que segundo o avuelo Dionísio ocupou aquela parte das terras e acabou por instalar uma pequena operação de cavalgadas e caça esportiva dos animais nativos cervos condores corujas onças e lebres podem ser vistos facilmente por lá autorizada pelo governo argentino em áreas e épocas específicas Tudo em volta é tão preservado e silencioso estamos tão distantes do resto do mundo que a sensação é de estarmos conhecendo elos perdidos da civilização moderna No dia seguinte bem cedo lá estava Kao com uma caminhonete velha e valente para nos levar a um ponto no meio do bosque onde um dos agregados do avuelo casado com uma prima de Kao estaria nos esperando munido de duas motos e um quadriciclo de neve Era Quique nosso forte comandante pelos caminhos invisíveis das montanhas Nos dividimos nos três veículos Quique conduzindo uma das máquinas Kao a seguda e Caco a terceira com as mulheres as pranchas os esquis e os bastões nas garupas A subida de carro das cabanas até o bosque já havia sido bastante desafiadora com travessias de rios pedras e o piso escorregadio da terra misturada à neve mas dali em diante começava a aventura de fato Fizemos uma pausa rápida no domo onde estavam Miguel um chefe de cozinha argentino que passou os dias nos brindando com cordeiros massas feitas à mão e outras iguarias e Paulo guia de montanha experiente que nos acompanhou em todo o percurso indicando as melhores descidas e as linhas mais seguras Dropar as paredes das montanhas cobertas de neve fofa é quase a parte mais fácil de todo o processo antes foi preciso percorrer um bom pedaço das cristas com as motos e depois de chegar lá embaixo com o coração ainda acelerado e os olhos vidrados nos minutos de êxtase da descida montar nas máquinas de novo até o ponto da montanha em que a inclinação permite chegar O resto da subida até o cume é na raça em um ataque que pode durar uns 15 minutos e que rende um bom treino para as pernas No fim de cada dia somávamos três ou quatro descidas alucinantes em um cenário digno dos melhores filmes de ação intercalados por refeições a céu aberto sanduíches que sempre vinham acompanhados de um bom vinho trekkings ensolarados na neve e deslocamentos motorizados na

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